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Feijoada doce em Brasília

06/05/2016
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Sabe aqueles dias em que a gente quer comer um doce beeeeeem doce? Em Brasília, uma opção é cair de boca numa feijoada… de sorvete!

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Esta é a proposta da sorveteria Ice by Nice, que tem uma franquia em Brasília.

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Sorveteria fica numa área mais reservada, longe da muvuca da praça de alimentação

Trata-se de uma cumbuca (exatamente aquelas que a gente usa pra comer caldinho de feijão), onde vai 1 ou 2 bolas de sorvete e, por cima, a parte com “cara de feijoada”: um creme de achocolatado + calda de caramelo (o caldo do feijão), gotinhas de chocolate (os grãos do feijão), uma farofinha de caramelo e fatias de um minirrocambole de negrinho com bolacha (a linguiça).

Como a porção é grande, recomendo dividir (eu remei muito pra comer sozinha!!).


O sabor? É beeem doce!!

Eu escolhi uma bola de creme e uma de doce de leite (confesso que gostei só deste último sabor). Os acompanhamentos estavam interessantes. Só o creme de achocolatado que eu reduziria a quantidade (achei um pouco enjoativo).

Os preços não são os mais baratos (R$ 18,50 para a versão com 1 bola e R$ 21,50 para a versão com 2 bolas). Comprei um cupom no PeixeUrbano para experimentar (paguei preço de pequeno e levei o grande). Valeu pra experimentar.

 

Serviço:

Ice by Nice

Shopping Conjunto Nacional – SDN Conjunto A – loja 2127
(61) 3037-3792
Asa Norte
Horário de funcionamento:
Segunda a sábado das 10h as 22h
Domingo das 14h as 20h

Em cartaz em Brasília até 5 de junho: Jean-François Rauzier

05/05/2016
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Além de abrigar a imperdível exposição da obra de Marianne Peretti, está acontecendo, no pavimento térreo do Museu Nacional, uma exposição de artista completamente desconhecido para mim: Jean-François Rauzier.

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Trata-se de um fotógrafo francês que, conforme consta no texto introdutório da exposição, tem o estilo “barroco digital”! Confesso que não entendi direito a descrição…

Mas, ao entrar na exposição, depois de um primeiro momento de estranhamento, achei muito interessante o que vi: grandes painéis com fotos em que o artista faz uma espécie de colagem de várias fotos de ângulos diversos de um mesmo tema, de modo a desconstruir a visão clássica que a gente tem do objeto que está sendo fotografado. O objeto quase que se torna um “tijolo” para construir outras imagens.

Veja esta foto, por exemplo: os arcos da Ponte JK foram repetidos e retrabalhados, de modo a ficarem quase irreconhecíveis!

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No caso desta exposição, todas as fotos foram feitas em Brasília, principalmente de construções icônicas do Plano Piloto.

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Esculturas brasilienses: Pombal e Justiça (na Praça dos Três Poderes), Meteoro (no Itamaraty), JK (no Memorial)…

 

Gostei muito também do grande painel que está na entrada, com uma sequência de tipos humanos que representam os pedestres típicos do Plano Piloto: jardineiros e seguranças dos palácios da Esplanada, garis, trabalhadores da construção civil, etc.

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Para conhecer o inusitado e bem feito trabalho fotográfico deste artista, acho que vale muito a pena conferir esta exposição!

Em tempo: alô, amigos que moram em Salvador! Uma outra exposição deste artista está programada para ocorrer aí na capital soteropolitana ainda neste ano!

 

Serviço:
Exposição “Hiperfoto-Brasília.com – Jean-François Rauzier”

Quando: Até 5 de junho de 2016.
Horário de visitação: De terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.

Onde: Museu da República (Conjunto Cultural da República)
Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto
Telefones: (61) 3325-5220 e 3325-6410
Fax: (61) 3325-5220
E-mail: museunacional@gmail.com

 

 

Em cartaz em Brasília até 5 de junho: Marianne Peretti

04/05/2016
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Quem visita ou mora em Brasília costuma saber, na ponta da língua, os nomes dos responsáveis por fazer deste pedaço de Cerrado a Capital Federal: junto com JK, estão sempre Niemeyer (o arquiteto dos edifícios icônicos) e Lúcio Costa (o urbanista, pai do Plano Piloto). No segundo escalão, estão Burle Marx (com alguns jardins pela cidade), Athos Bulcão (com seus lindos azulejos e esculturas) e…. paramos por aí!

Mas esta exposição vem para corrigir esta lacuna no conhecimento de quem, como eu, achava que sabia o suficiente: entre esses pioneiros da arquitetura-urbanismo-paisagismo-arte na capital, havia uma mulher: a francesa radicada no Brasil Marianne Peretti!!

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Na verdade, ela foi a única mulher a fazer parte do grupo que Niemeyer escalou para adornar algumas de suas obras de Brasília.

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O então presidente Sarney reúne os criadores de Brasília para uma confraternização, em 1988. Da direita para a esquerda: Burle-Marx, Sarney, Niemeyer, Ceschiatti, Athos Bulcão e Marianne Peretti

 

O trabalho de Marianne aparece principalmente em vitrais…

 

… mas também algumas de suas esculturas!

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Escultura “Sem título”, de 1971, que está no saguão do Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília

Marianne tem obras espalhadas por outras cidades também!

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Vitral no Memorial Teotônio Vilela, à beira-mar em Maceió!

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Encontro de mestres!!! No Sambódromo do Rio de Janeiro, o arco da apoteose de Niemeyer se encontra com este volume onde está esta escultura de corpos sinuosos de Marianne e, na lateral (à direita desta foto), um painel de azulejos de Athos Bulcão!

Marianne está “vivinha da silva” e, aos 89 anos, esta é a primeira exposição individual dela em Brasília!!

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O que esperar desta exposição?

Muuuitas fotos e pouco texto (de trabalhos dela pelo Brasil todo), um amplo painel com a linha do tempo da vida dela e (para mim, o ponto alto) um painel com detalhes (em foto e textos breves) sobre sua obra mais emblemática em Brasília: o vitral do teto da Catedral!

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A encomenda da obra foi em razão do solaço que faz lá dentro!! Além de embelezar a Catedral, o vitral proporcionaria áreas de sombra lá dentro. É bem verdade que o calorão lá dentro continua… mas que a Catedral ficou mais bonita com o vitral, isso ficou!!

 

As “cerejas do doce” são a exibição do desenho original deste trabalho

e a exposição de 1 dos 16 gomos do vitral, em tamanho natural, riscado em papel vegetal!!! Ao lado, em lona, a reprodução do que consta no papel-vegetal! Dá para ter uma ideia perfeita do tamanho (literalmente) do trabalho que deu para esquadrinhar o teto curvo da Catedral e colocar as peças exatamente como concebeu Marianne!

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No meio, o gomo em papel vegetal e riscado a lápis. Nas laterais, a reprodução do gomo em lona! Cada trapézio (?) do desenho é numerado. Ufa!

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Deitada em berço esplêndido!

 

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Imagina a mão de obra? Alguns gomos estendidos em um ginásio em Brasília, para os últimos ajustes

 

E, o mais legal: além de aprender os detalhes sobre a concepção e construção da obra, a gente pode ver a obra bem de pertinho cruzando a rua (a Catedral fica exatamente atrás do Museu!).

Pra não dizerem que a exposição só tem obras antigas, a artista disponibilizou uma peça recém-encerrada que será exposta em algum espaço público de Recife (cidade vizinha a Olinda, onde ela escolheu morar): a monumental Árvore da Vida!

 

Pra completar, mas não menos impactante, há uma área escura, onde consta uma seleção de trabalhos de escultura (em bronze, vidro, ferro fundido pintado de branco)

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Área de peças em ferro fundido e vidro

 

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Efeito de luz e sombra na escultura em ferro fundido: “A Rainha II” (2015)

 

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e mais uma relíquia: a remontagem de um painel de vidro que estava jogado em algum almoxarifado do Senado Federal, aguardando verba para restauração!!! Os curadores da exposição desencavaram este painel, fizeram a restauração e o exibem aqui, em toda a sua grandiosa exuberância! Agora é torcer para que ele volte a ter lugar de destaque no Senado, né?

Na saída, um breve vídeo em looping (fotos + breves texto) com destaque para algumas das obras dela (praticamente as mesmas que já estão nos murais) propicia um momento “descanso para as pernas”.

Só para reforçar: imperdível!!!!

Serviço:
Exposição “A Arte Monumental de Marianne Peretti”

Quando: Até 5 de junho de 2016.
Horário de visitação: De terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.

Onde: Museu da República (Conjunto Cultural da República)
Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto
Telefones: (61) 3325-5220 e 3325-6410
Fax: (61) 3325-5220
E-mail: museunacional@gmail.com

Em cartaz até 5 de junho: Frida Kahlo

02/05/2016
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Neste primeiro semestre, a vida cultural em Brasília está movimentada!

Uma das atividades interessantes é a exposição “Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas no México”, que está no espaço Caixa Cultural.

Não vá pensando em ver muita Frida e pouco das amigas… É antes o contrário: há algumas obras da Frida (cerca de 15 telas, muitas em momento “selfie” – autorretrato) e várias peças (telas, fotografias, esculturas…) de suas contemporâneas.

A maioria das peças de Frida são grandes, exuberantes como ela!

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Tela intitulada “O Abraço Amoroso entre o Universo, a Terra (México), Eu, o Diego, e o Sr. Xólotl” de Frida Kahlo (1949).” Fonte.

 

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Frida Kahlo no “Autorretrato con Monos”(1943). Fonte

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Autorretrato de Frida vestida de nova: “Diego en mi pensamiento” (1943).

Quanto às das colegas, confesso que algumas peças me pareceram bem sem-gracinha…

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Tela “Arquitetura Vegetal”, de Remedios Varo (1962).

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Tela “Balada para Frida Kahlo”, de Alice Rahon (1955-56).

Outras eu achei bem interessantes!

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“Autorretrato” de Rosa Rolanda (1952).

Gostei também desses trabalhos Alice Rahon (que fez telas e, depois, esculturas em arame da mesma imagem. Se não me engano, eram peças em alusão a constelações, para inspirar os figurinos de uma peça de teatro chamada Orion).

 

Há também fotos das contemporâneas de Frida, tanto dela própria quanto de personagens anônimos.

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Detalhe de foto de Frida pintando a obra “Diego en mi pensamiento”.

Mesmo com esses altos e baixos da exposição, acho que a costura didática que os curadores propõem entre os trabalhos de todas essas artistas é interessante!

Ao final, há algumas peças de vestimenta típica de regiões do México fazendo alusão às vestimentas que Frida gostava de usar. No entanto, nenhuma dessas peças foi pessoalmente dela.

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Trajes típicos. Fonte.

Minha única crítica é com relação ao espaço (que é muito pequeno para a exposição, que ocupa apenas algumas salas do térreo da CaixaCultural): os painéis onde ficaram penduradas as obras ficavam num zigue-zague, quase uns em cima dos outros). Apesar do número de visitantes controlado, acho que as obras mereciam uma exposição mais “arejada”, com mais espaço para as peças.

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O espaço expositivo da Caixa Cultural não é muito amplo

A exposição, organizada pelo Instituto Tomie Ohtake, começou em São Paulo e fica em Brasília até 5 de junho. A visitação é gratuita, mas exige agendamento prévio via internet. Eu nunca tinha visto isso!!

No início, achei muito esquisito (cheguei a pensar que, em algum momento, o ingresso seria cobrado de modo sorrateiro!), mas, depois, achei ótimo! Os visitantes são divididos de modo que, a cada 2 horas, entra um novo grupo (o visitante não precisa chegar precisamente no horário; ele tem essa janela de tempo de 2 horas para entrar. Mas, uma vez lá dentro, o visitante pode ficar quanto tempo quiser). Assim, quem está lá dentro consegue circular, tirar foto das obras, sem ter que se estapear com os demais visitantes para ver as obras de pertinho!!
E, além disso, a gente pode agendar para visitar mais de uma vez (desde que ainda haja vagas!). Acho que seria uma boa ideia para outras exposições.

As atividades em torno desta exposição incluem também exibição de filmes sobre as artistas. Não consegui assistir a nenhum em razão do horário… mas acho que deve ser um excelente complemento à exposição propriamente dita!

Em tempo: Depois de agendar, é preciso imprimir (ou levar no celular/tablet) o ingresso. A pessoa só entra quando o porteiro passa a maquininha que reconhece o QR code do ingresso!

Serviço:
Exposição Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México

Caixa Cultural (Setor Bancário Sul – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Asa Sul – Brasília – DF)
Telefone: (61) 3206-9448 e 3206-9449

Horários: até 5 de junho, de terça a domingo, das 9h às 20h.
Ingressos: Gratuitos (mas o pré-agendamento via internet é obrigatório).

Uma casa portuguesa, com certeza!

26/04/2016
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Depois de subir ao mirante do Banespa, ao terraço do Edifício Martinelli ou de visitar a Bovespa, no centro de Sampa, um lugarzinho-delícia pra um pit-stop é a charmosinha confeitaria Casa Mathilde!

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Visual geral da Casa Mathilde

A dica nem é tão criativa assim; fui lá pela primeira vez seguindo indicação do Guia 4Rodas. Mas, como é um lugar testado-e-aprovado, eu não poderia deixar de reforçar!

Trata-se de uma confeitaria, originalmente de Sintra (Portugal), que fornecia doces para o rei Dom Fernando II em meados do século XIX!!! É mole??

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História!

A proposta da casa em São Paulo, portanto, é oferecer o melhor dos doces portugueses seguindo as receitas da tradicional casa lusitana!! Haja açúcar, ovo e farinha!

O prédio da confeitaria fica quase na esquina da Av. São João (sim, aquela!) com a Rua São Bento (que termina uma quadra depois, na frente da linda Igreja São Bento). Portanto, na frente do Martinelli e praticamente ao lado do Banespa!!

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Do mezzanino, este é o visual que se tem da vizinhança!

A fachada em curva é toda envidraçada, e o visual interno é bem clean, com muita luz e com pé-direito bem alto!

À direita de quem entra, estão a loooonga vitrine de delícias!

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Numa delas, é possível ver destacados os doces favoritos/mais populares: pastel de Belém, pão de ló da Mathilde, travesseiro de Sintra…

Para pedir, aguarde o atendimento na fila; enquanto espera, já vá babando na vitrine para escolher seus favoritos.

Ao fundo, há uma janelinha de vidro, onde se pode ver parte da cozinha.

O preço dos doces (cerca de R$ 6 cada) é justo para a realidade paulistana, o que justifica inclusive a casa estar sempre cheia!

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Minhas pedidas: pastel de Belém (com cremoso recheio de nata) e pastel de São Bento (com recheio seco de amêndoas)

E o sabor? Divino!!!!

Meu favorito foi o pastel de Belém: a massa fina estava bem novinha, chegava a estar morninha! O recheio cremoso escapava generosamente a cada mordida. É doce pra quem gosta de doce! Recomendadíssimo!!
Eu, que nunca fui a Portugal, não posso comparar, mas uma senhora que sentou ao meu lado, lusitana e moradora de São Paulo há anos, diz que vem aqui para matar a saudade de sua terra.

Serviço:

Confeitaria Mathilde
Praça Antonio Prado, 76 (quase esquina da Av. São João com a Rua São Bento) – Centro – São Paulo – SP
Telefone: +55 (11) 3106-9605

Instituto Butantan

11/04/2016
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Nacionalmente conhecido pelas pesquisas que realiza na área da saúde e pelo desenvolvimento de vacinas e soros antiofídicos, o Instituto Butantan é também um lugar lindo para ser visitado em São Paulo!

Seu nome e o amplo terreno lindo e arborizado que ocupa remetem à Fazenda Butantan (assim mesmo, com “n” no final), antiga propriedade que havia ali em inícios do século XX e que foi doada para o governo do estado.

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Uma das placas informativas espalhadas na área do Butantan

A área tem portaria, mas é de acesso gratuito ao público.

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Portaria na entrada

Em meio aos prédios de arquiteturas de várias épocas, é possível encontrar lindos jardins e áreas verdes propícias a caminhadas, piquenique em família… Estive lá em época de férias escolares e encontrei muuuitas famílias com crianças desfrutando do passeio!

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O Butantan é quase um parque!

Na área externa dos prédios, é possível encontrar um espaço onde ficam os macacos e um serpentário ao ar livre!
Neste serpentário (na verdade, um buraco profundo e gramado), não imagine que você vai encontrar cobras enormes e ativas. À primeira vista, parecerá que não há nenhum animal ali. Mas, com paciência e olhar atento, a gente localiza uma cobra camuflada por debaixo de um galho aqui, uma outra paradinha tomando sol ali…

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Serpentário ao ar livre!

Agora, para quem quer ver as bichas beeeem de pertinho, mesmo, a dica é visitar o Museu Biológico, que fica num prédio está mais adiante.

Aqui, as bichas estão em vitrines “vivinhas da silva” e distribuídas ao longo de um corredor sinuoso e sombrio (para ajudar a reproduzir o habitat natural delas; afinal, as protagonistas são elas. Somos apenas visitantes!).
Cada cobra fica em uma vitrine própria. Ao contrário do serpentário externo, este aqui dá sustos na gente desde a primeira vitrine!!

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Já na entrada, uma anaconda enoooorme (na verdade, duas enooooormes entrelaçadas)! A mãozinha está aí só pra dar uma noção do tamanho…!

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Depois de alguns segundos de pânico diante destes seres em movimentos assustadoramente lentos… a gente se anima a uma fotinho!

 

Quer ver movimento? Taí a sucuri, aliás, DUAS sucuris, uma por cima da outra!!

Mas nem tudo é assim, tão assustadoramente grande! Em algumas vitrines, as cobras são tão pequeninas e camufladas que a gente tem que procurar pacientemente por elas.

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De longe…

 

 

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Close na Bicuda!

 

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Duas pitons que gostam de andar juntinhas…

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Uma das placas informativas espalhadas na área do Butantan

De quando em quando, há alguns painéis explicativos e, zanzando pelo corredor, sempre há algum pesquisador do Butantan disponível para uma conversa ou para esclarecer dúvidas sobre as cobrinhas…

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Informação não falta, mas…

Mesmo com tanta informação disponível, eu não arriscaria tentar diferenciar entre as bichinhas no meio do mato…! Confesso: se eu encontrasse qualquer uma no meio do mato, eu congelaria!!!

Ao final deste Museu Biológico, há uma lojinha de suvenires, para quem se animar!

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Lojinha com suvenires legais (pra quem venceu o pavor e curtiu o lado científico do passeio)

Além desse museu (que, para mim, foi a parte mais interessante da visita!), o Butantan oferece outros dois prédios à visitação do público.

O Museu Histórico guarda alguns objetos dos primeiros laboratórios que funcionaram no Butantan e alguns painéis (um tanto envelhecidos…) com histórias e informações interessantes sobre o Butantan.

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Antigo estábulo

Aqui, fiquei sabendo, por exemplo, que o Butantan teve até um setor de marcenaria (que era responsável por confeccionar as caixinhas de madeira onde eram transportados os vidrinhos com soro antiofídico para distribuição nacional!).

O prédio deste museu era, na verdade, o antigo estábulo onde os cavalos (usados para testes) eram mantidos quando o Butantan começou.

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Painéis informativos

Por fim, no circuito de prédios visitáveis no Instituto Butantan, há um novo que foi construído especialmente para as crianças: trata-se do Museu de Microbiologia, um espaço interativo e colorido para divulgação científica!

Aqui, encontram-se maquetes de moléculas, informações simplificadas de como fazer vacinas, é possível ver bactérias em microscópios… Há diversos monitores disponíveis para interagir com as crianças. Num salinha ao fundo, há uns banquinhos e bustos de alguns pesquisadores/cientistas importantes nas áreas de atuação do Butantan.

Não pude resistir a fazer uma foto junto ao totem com o desenho de alguns pesquisadores do Butantan (este é o desenho ampliado de um convite para o Congresso Médico realizado em 1903).

Para visitar os 3 museus, é preciso comprar o ingresso (R$ 6 o inteiro) neste chateauzinho simpático!

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Para comprar os ingressos

Como chegar:

Metrô: A linha de metrô deixa a cerca de 1,5km… Foi o meio de transporte que eu usei. A caminhadinha é por avenida com tráfego intenso e calçamento nem sempre regular… Não recomendo se for com crianças ou pessoas com problemas de mobilidade.
Ao chegar à entrada do Butantan, é preciso enfrentar ainda uma lomba ou escadaria para chegar ao nível dos prédios e dos jardins. Não é nada impossível, mas requer um pouco de fôlego e tempo para ir no seu ritmo!

Ônibus: Na frente do portão de acesso principal ao Butantan, vi que passam diversos ônibus de linha. Para quem está sem carro, deve ser a melhor opção, mas é preciso pesquisar as linhas… Mesmo assim, você não escapará de subir a lomba a pé.

Carro: É o melhor meio de transporte se você tiver carro e estiver com crianças (inclusive porque você evita ter que subir a lomba a pé).

 

Serviço:

Instituto Butantan

Avenida Vital Brasil, 1500 – Bairro Butantan – São Paulo – SP

Telefone: (11) 2627 9300

Funcionamento:
Museus: de terça a domingo, das 9h às 16h45.
Ingresso (que dá direito a entrar nos 3 museus): R$ 6 (em julho de 2015)
Atenção: pagamento APENAS em dinheiro.

Parque: diariamente, das 7h às 18h.
Ingresso: gratuito

Puerto Iguazú: chance de comer sorvete de primeira!

09/04/2016
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Para arrematar uma noite que começou com parrillada argentina, nada melhor do que um doce com sabor local!!

Minha mãe-formiguinha sabia que havia uma Freddo em Puerto Iguazú. Não nos aguentamos e fomos descendo as ruas perguntando onde era.

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Depois de passar por heladerias meia-boca e de quase desistir, eis que avistamos a Freddo, em pleno cruzamento da Av. Brasil com a Av. Misiones, no meio do agito da night de Puerto Iguazú!!!

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Vizinhança badalada!

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Vista do deque da Freddo para a esquina de Brasil com Misiones

Alegria dos formigões, caímos de boca nas coloridas e variadas opções com gostinho de leiteee!!!!

Sen-sa-ci-o-nal! Valeu cada lambida!!!

 

 

Preço? R$ 14 (cada casquinha com duas bolas), praticamente o mesmo preço do Freddo que tem no Shopping Iguatemi de Brasília…

Em tempo: dentro do Parque Nacional Iguazú, tem uma lojinha da Freddo também. Não sei se os preços são diferentes (comida e bebida dentro do parque eram mais caras…), mas eu diria que ir à Freddo do centro é mais charmoso e, de quebra, permite que você conheça um pouquinho o núcleo urbano na sua localização mais animada!


Serviço:

Freddo Heladería
Av. Brasil 118, Centro – Puerto Iguazú – Argentina